Terapia “não é coisa de maluco” precisamos mudar esse conceito

Terapia “não é coisa de maluco” precisamos mudar esse conceito

Muitas pessoas têm a ideia errada de que o psicólogo trata somente de pacientes com graves distúrbios mentais. Porém, esse preconceito não deve existir, essa não é a realidade. Essa ideia errônea pode atrasar o atendimento de uma pessoa e agravar seu problema.

A procura pelo tratamento pode ocorrer em diversas situações: Quando a pessoa não esta se sentindo bem com a sua vida, ou algum sofrimento não consegue ser superado, ou diante de dificuldades de relacionamentos, quando esbarra em situações que não consegue resolver, não encontra respostas, etc. O auxílio de um psicólogo nesse período será essencial para que essa pessoa supere esse momento que a esta deixando insatisfeita.

O processo terapêutico ajuda a pessoa a se organizar melhor e aprender a lidar com essas situações que lhe parecem difíceis.

E necessário o interesse da pessoa pelo tratamento. A pessoa tem que estar interessada, ter comprometimento e responsabilidade para que exista o resultado esperado.

Para dar inicio ao processo terapêutico basta ligar para a psicóloga e marcar uma entrevista inicial, a qual, colocara para a profissional as questões que te incomodam, podendo nessa ocasião tirar todas as suas dúvidas sobre o atendimento em questão. O primeiro encontro é mais um momento de conhecimento entre as duas partes, e importante que a pessoa sinta empatia, algumas vezes, nos identificamos mais com um terapeuta do que com outro e isso e importante no processo terapêutico. É fundamental nos sentirmos bem com o terapeuta que ira nos atender. É nesse primeiro contato que podemos perceber isso. Não é obrigatório continuar um tratamento se a pessoa não se sente bem com a outra. A pessoa não é obrigada a falar do que não quer, somente o que se sentir bem para falar.

terça-feira, 10 de novembro de 2020

Pensamento negativo e pessimismo podem aumentar chances de desenvolver Alzheimer


 Pensamentos negativos frequentes ao longo da vida podem estar ligados a um declínio cognitivo, o que levaria a maiores chances de desenvolver Alzheimer. É o que aponta uma pesquisa desenvolvida pela University College London, que analisou o efeito do pessimismo em mais de 350 pessoas, divulgada pela CNN.

Segundo a pesquisa, a preocupação frequente com o futuro e a visão negativa em relação ao mundo seriam responsáveis por um aumento no número de duas proteínas (tau e beta amilóide), ambas ligadas ao Alzheimer. Os pesquisadores analisaram os participantes durante um período de dois anos através de exames de PET (tomografia por emissão de pósitrons).

As varreduras mostraram que as pessoas que passaram mais tempo pensando negativamente tinham mais acúmulo de tau e beta amilóide, pior memória e maior declínio cognitivo em um período de quatro anos, em comparação com as pessoas que não eram pessimistas. O estudo também testou os níveis de ansiedade e depressão e encontrou maior declínio cognitivo em pessoas deprimidas e ansiosas.

"Este é o primeiro estudo que mostra uma relação biológica entre o pensamento negativo repetitivo e a patologia da doença de Alzheimer, e oferece aos médicos uma maneira mais precisa de avaliar riscos e oferecer intervenções mais personalizadas", disse o neurologista Dr. Richard Isaacson ao site da CNN, fundador da Clínica de Prevenção de Alzheimer do NYork-Presbyterian e no Weill Cornell Medical Center, que não estavam envolvidos no estudo.

"Isso não significa que um período de pensamento negativo a curto prazo causará a doença de Alzheimer", disse Fiona Carragher, chefe de política e pesquisa da Alzheimer's Society em Londres. "Precisamos de mais investigações para entender melhor isso. A maioria das pessoas no estudo já foi identificada como tendo maior risco de desenvolver a doença de Alzheimer; portanto, precisamos ver se esses resultados ecoam na população em geral", disse ela ao site da CNN, "e se o pensamento negativo repetido aumenta o risco de Própria doença de Alzheimer", finaliza.

Fonte: https://s.extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/pensamento-negativo-pessimismo-podem-aumentar-chances-de-desenvolver-alzheimer-24468486.html 

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